É um processo incontrolável, ilógico, desproporcionado e quase inexplicável. Mas muitos de nós passam a vida apanhados numa espiral de medo e ansiedade. Não há raciocínio que se imponha, não há razão que se sobreponha. Na hora H fica-se possuído, paralisado, encurralado. Como uma criança amedrontada e desprotegida. São medos intensos de objectos ou situações que, afinal, não representam perigos reais, mas que por serem vivenciados como ameaças acabam por condicionar a vida de quem os experimenta. Este é um mundo tão irreal para quem está de fora como tão dramaticamente real para quem o vive por dentro. Este é o mundo das fobias. Medo desesperado e ansiedade andam sempre de mãos dadas e são os ingredientes-base para alimentar o processo fóbico. O que é natural para a generalidade das pessoas torna-se num suplício ou mesmo numa impossibilidade para alguns. Como o simples acto de abrir a porta da rua e sair de casa, comportamento banalíssimo que pode ser a causa da maior angústia para quem sofre de agorafobia, isto é, do medo dos espaços abertos. E há quem, pura e simplesmente, permaneça fechado em casa, semanas, meses, anos. No pólo oposto, está a claustrofobia, o medo dos espaços fechados, em que o fechar de uma porta numa sala pode ser encarado como uma situação ameaçadora, fazendo disparar as campainhas de alarme, tipo "não vou conseguir sair daqui". terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Definição generalizada de fobia
É um processo incontrolável, ilógico, desproporcionado e quase inexplicável. Mas muitos de nós passam a vida apanhados numa espiral de medo e ansiedade. Não há raciocínio que se imponha, não há razão que se sobreponha. Na hora H fica-se possuído, paralisado, encurralado. Como uma criança amedrontada e desprotegida. São medos intensos de objectos ou situações que, afinal, não representam perigos reais, mas que por serem vivenciados como ameaças acabam por condicionar a vida de quem os experimenta. Este é um mundo tão irreal para quem está de fora como tão dramaticamente real para quem o vive por dentro. Este é o mundo das fobias. Medo desesperado e ansiedade andam sempre de mãos dadas e são os ingredientes-base para alimentar o processo fóbico. O que é natural para a generalidade das pessoas torna-se num suplício ou mesmo numa impossibilidade para alguns. Como o simples acto de abrir a porta da rua e sair de casa, comportamento banalíssimo que pode ser a causa da maior angústia para quem sofre de agorafobia, isto é, do medo dos espaços abertos. E há quem, pura e simplesmente, permaneça fechado em casa, semanas, meses, anos. No pólo oposto, está a claustrofobia, o medo dos espaços fechados, em que o fechar de uma porta numa sala pode ser encarado como uma situação ameaçadora, fazendo disparar as campainhas de alarme, tipo "não vou conseguir sair daqui".
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