A sala estava completamente escura, era iluminada apenas por algumas velas para que os participantes não pudessem descobrir algumas das experiências que ainda os esperava. Criámos um labirinto com diversas ” janelinhas “ onde se encontravam caixas com uma abertura para os participantes colocarem as mãos e adivinharem o que lá se encontrava. Tínhamos também bichos expostos e alguns membros do corpo com sangue , obviamente tudo de plástico.
Conjugado com a parte material tínhamos também alguns cartazes com informação sobre as fobias que os participantes poderiam consultar ao longo do labirinto. A música de fundo tornava o ambiente mais sinistro, mas o que provocou mais reacções foram os fantasmas, máscaras assustadoras e os toques nas pernas que apareciam quando os participantes menos esperavam.
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